_        _   _  _ _ ____ 16 de fevereiro de 2009

E foi-se o Sábado Falso

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(Foto de Marcos Bacon, clique na imagem para ver mais)


E aconteceram neste sábado dois shows muito especiais para os Ecos Falsos: à tarde, na Galeria Olido, tocamos no projeto Rock na Vitrine, do Luiz Calanca (da lendária loja Baratos Afins, na qual agora o disco do Ecos está diponível!). Além do nosso show, do Banzé e do Orange Disaster, foram duas estréias: da nova banda do Rangel, Bailen Putos!, e do Bigode, novo projeto do ex-Ecos Felipe Daros.

Tem fotos no nosso UOL Mais e no álbum do Diego Rocha, pelo que eu achei por enquanto.



Aí, à noite, tocamos um show só de Radioheads no Outs. Infelizmente a bruxa estava solta, um monte de problemas técnicos no som deixaram o show meio travadão, mas a galera que foi curtiu. A era de aquário começou sem muita moleza!

Quem tiver fotos e vídeos, trate de mandar pra nós. Aqui o setlist:

I Might Be Wrong
National Anthem
Airbag
The Bends
Just
Karma Police
2 + 2 = 5
Creep
Bodysnatchers
Jigsaw Falling Into Place
Paranoid Android


A pedidos, tocamos mais algumas do Ecos no final. Valeu pra quem foi!

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6 Comentários:

Em 16/2/09 19:10, Blogger Brancatelli disse:
Não lembro de vcs tocarem Creep duas vezes... o.O
 
Em 16/2/09 19:14, Blogger Gustavo disse:
Ooopa, mal minha, corrigi
 
Em 16/2/09 20:45, Blogger Brancatelli disse:
Ainda bem...
Pensei que eu tinha bebido demais!
 
Em 17/2/09 08:59, Blogger amanda disse:
quase fiquei sem braço, hahaha.
 
Em 17/2/09 09:18, Anonymous Adriana disse:
O que mais me atrai no Ecos Falsos é a facilidade dos músicos em conseguir estar em vários lugares ao mesmo tempo. Estão no palco, mas conseguem estar em outros lugares - com sintonia e destreza. E o que me encanta, na real, é poder observar que na vida da gente, todas as cousas, por mais efêmeras, são eliciosas formas de se fazer acontecer. Acho engraçado como a vida coloca pessoas e factos tão distintos, ou tão iguais, em nosso caminho. E é mais legal ainda, acreditar, plenamente, que a vida é sábia pelas lições e pelas experiências. A doçura descoberta da forma menos certeira, e o tom de entrega, de identidade, aberto às necessidades do momento. É, pois é. Nesse roda-roda chamado música a nostalgia se aplica ao acaso; e a vida, outra vez, me ensina que apreciar um show... um olhar que não consegue ficar parado... acreditar numa emoção-não-sufocada, ainda vale (muito) a pena. E já dizia meu bom e velho vovô-das-cousas: "E as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão". Salve, Drummond! Mesmo não me adequando a certas situações a la rock n roll, ele é o que ainda me faz tocar a alma; montando a melodia certa com os acordes vividos dia após dia. Deliciosamente, sem perceber, eu acabo me entregando ao que sou e o que não posso ser... a não ser, que, exatamente, ser-seja-estar.
 
Em 12/3/09 15:23, Blogger Eric disse:
Foi muito bacana. Obrigado pela oportunidade da canja! Longa vita Ecos!
 

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